O trabalho com a pecuária começou bem antes da I Expointer, ainda quando Pedro Bertagnolli lutava com sua lavoura de trigo. Em 1950, chegava à propriedade a primeira fêmea Jersey - BONECA - com a função de fornecer leite aos que trabalhavam na triticultura.
A partir da década de 60, a Butiá começa a importar Jerseys de diferentes lugares do mundo, como Ilha de Jersey, Inglaterra, Canadá e Nova Zelândia. Esses investimentos ajudariam na qualificação do rebanho.
Com as importações e o trabalho que é desenvolvido na propriedade com os bovinos jerseys, a Butiá conquistou 21 vezes o Grande Campeonato Fêmeas da Expointer, 24 vezes Melhor Criador e diversas vezes Cabanha do Ano em Bovinos Leiteiros , e ainda quebrou muitas vezes o recorde de produção leiteira durante a feira em Esteio - Rio Grande do Sul.
A Cabanha Butiá tem hoje um plantel de 100 vacas em ordenha com a média de 15 kg/dia em regime de pastoreio - com aveia e azevem no inverno e sorgo e campo nativo no verão - suplementação de 4 kg de ração balanceada/dia. A Sementes e Cabanha Butiá prima pelo rigoroso controle sanitário, em que os animais são regularmente vacinados contra doenças reprodutivas como leptospirose, IBR, BVD e ainda vacina contra mastite.
A inseminação artificial é realizada com os melhores reprodutores selecionados dos Estados Unidos e Canadá, que passam por uma criteriosa avaliação de pedigree e características morfológicas para o acasalamento com as fêmeas da Butiá. Ainda desenvolve a técnica de transferência de embriões, onde são selecionadas as melhores matrizes da fazenda.
Todos os prêmios conquistados ao longo desses 55 anos reforçam e consolidam o trabalho genético que vem sendo desenvolvido pela Sementes e Cabanha Butiá.
Trajetória Completa do Gado Jersey Butiá
|